Livro

 

Azulejo Semi-Industrial na Arquitetura Civil

Sinopse

A azulejaria possui uma história longa e rica, sendo que os cerâmicos produzidos e aplicados no período da primeira revolução industrial portuguesa (1850-1900) constituem um dos elementos mais singulares da arquitetura civil, marcando indelevelmente a cidade portuguesa. Na presente obra é desenvolvida uma análise integrada ao sistema de revestimento sendo estabelecida a contextualização histórica das técnicas de produção das fábricas localizadas na foz do rio Douro e dos produtores locais de argamassa e de impermeabilizante, uma vez que estes exercem uma influência significativa no comportamento face às solicitações ambientais e à pressão humana sobre o património construído e os acabamentos em específico. Além deste contexto histórico e estado d’arte é particularmente analisado um conjunto de edifícios ao nível da degradação e das características físico-químicas, visando a definição de critérios de intervenção de conservação e restauro. São apontadas diferentes estratégias e levantados os parâmetros essenciais a considerar no momento da intervenção em azulejos aplicados no exterior de edifícios, especialmente quando localizados em centros históricos.

A azulejaria de fachada é fortemente definidora da mancha urbana e constitui um dos traços mais caracterizadores e identitários das construções vernáculas desde o século XIX até inícios do século XX, sendo que a sua preservação adequada é relevante.
Anexos
Fichas A
Fichas B
B_01B_02B_03B_04B_05B_06B_07B_08B_09B_10B_11B_12B_13B_14B_15B_16B_17B_18B_19B_20B_21B_22B_23B_24.
Fichas C
C_01C_02C_03C_04C_05C_06C_07C_08C_09C_10C_11C_12C_13C_14.
Fichas D
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